Qualquer micreiro que se preza já perdeu horas incontáveis formatando o disco rígido para desfazer alguma experiência mal sucedida. Uma maneira segura e prática para se evitar perda de tempo é manter um conjunto de discos de restauração.
Programas como o Norton Ghost (Symantec) e o True Image (Acronis) criam uma espécie de fotografia do HD principal do computador, ou seja, a unidade de disco onde estão instalados o sistema operacional (Windows, Linux, etc) e seus programas preferidos. O resultado do processo é um arquivo chamado de "imagem".
Para reduzir o peso do arquivo final, as informações coletadas são compactadas num único arquivo que pode ser gravado em CDs ou DVDs. Também é possível armazenar uma imagem de disco em outra partição, pen drive, HD externo, etc.
Veja o que acontece na prática: a instalação do Windows XP mais o Microsoft Office, antivírus e mais meia dúzia de programas básicos consome cerca de 5 Gb do seu HD. O processo de compactação produziria uma imagem com a metade deste peso ou menos, a depender do nível de compatação.
Quanto mais apertado, maior será o tempo necessário para gravação do arquivo final. Imagens de disco altamente compactadas também consomem tempo extra na operação de restauração. Se o arquivo cabe num DVD-R ou DVD+R, por exemplo, não há necessidade de escolher a compactação máxima.
A maioria dos programas que trazem este tipo de função são pagos. Mas há uma solução gratuita e muito eficiente. O Drive XML (www.runtime.org/dixml.htm) não é tão sofisticado quanto o Norton Ghost e o True Image, mas é rápido e é capaz de quebrar um arquivo de imagem em diversos partes que podem ser gravadas em DVD ou CD.
Um dos pontos fracos do Drive XML é que ele não consegue fazer tudo sozinho. Tarefas como excluir uma partição antiga para criar uma nova já formatada depende do esforço do usuário. Fora isso, o programa é show de bola! E gratuito!
É possível criar um CD de boot para o Drive XML, mas isso é assunto para o próximpo post. Até lá!
domingo, 20 de julho de 2008
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