quarta-feira, 27 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Programas que não podem faltar no seu PC
Software livre não é só para Linux! Muitos programas que fazem sucesso entre os usuários de Linux possuem versões para Windows. Preparei uma lista de programas livres -- e gratuitos -- que não podem faltar no seu computador. Todos testados e aprovados!
7-Zip
Compacta e descompacta arquivos nos formatos nos formatos ZIP, RAR, CAB, ACE, etc. Alternativa perfeita para programas pagos como WinRAR e WinZip http://www.7-zip.org/
The Gimp
Concorrente gratuito do pesado -- e caro -- Photoshop, da Adobe. Você pode turbinar o Gimp com uma infinidade de plugins. O Techzilo preparou uma lista com os 40 melhores efeitos www.gimp.org/windows
BrOffice
Uma comunidade de usuários brasileiros mantém uma versão de programas para escritório derivada do projeto OpenOffice, que é patrocinado pela gigante americana Sun, criadora da linguagem Java. O BrOffice é compatível com os formatos (DOC, XLS, PPS, etc) do Microsoft Office http://www.broffice.org.br/
Videolan
Pacotes de codecs de áudio e vídeo como o K-Lite Codec Pack são famosos por provocarem travamentos. O Videolan é muito leve e reproduz quase todos os formatos de áudio e vídeo. Também toca DVD e permite a captura de streaming http://www.videolan.org/
Free Download Manager
Substituto perfeito para programas como o GerRight e Go!Zilla. Integra-se com perfeição ao Internet Explorer e ao Mozilla Firefox http://www.freedownloadmanager.org/
CDBurnerXP
Não é sofware livre, mas é gratuito e funciona muito bem como uma alternativa ao Nero. Grava CDs e DVDs de áudio, dados e vídeo. Converte CDs de música em MP3, mas também transforma o áudio digital em discos cdburnerxp.se
Mais programas
O SourceForge (usina do código, em inglês) é um excelente ponto de partida para encontrar software livre para as mais diversas demandas. Alguns projetos ainda estão em fase embrionária, mas qualquer pode participar do desenvolvimento oferecendo ajuda, avaliando ou enviando sugestões. O espírito de colaboração é o combustível do movimento software livre!
7-Zip
Compacta e descompacta arquivos nos formatos nos formatos ZIP, RAR, CAB, ACE, etc. Alternativa perfeita para programas pagos como WinRAR e WinZip http://www.7-zip.org/
The Gimp
Concorrente gratuito do pesado -- e caro -- Photoshop, da Adobe. Você pode turbinar o Gimp com uma infinidade de plugins. O Techzilo preparou uma lista com os 40 melhores efeitos www.gimp.org/windows
BrOffice
Uma comunidade de usuários brasileiros mantém uma versão de programas para escritório derivada do projeto OpenOffice, que é patrocinado pela gigante americana Sun, criadora da linguagem Java. O BrOffice é compatível com os formatos (DOC, XLS, PPS, etc) do Microsoft Office http://www.broffice.org.br/
Videolan
Pacotes de codecs de áudio e vídeo como o K-Lite Codec Pack são famosos por provocarem travamentos. O Videolan é muito leve e reproduz quase todos os formatos de áudio e vídeo. Também toca DVD e permite a captura de streaming http://www.videolan.org/
Free Download Manager
Substituto perfeito para programas como o GerRight e Go!Zilla. Integra-se com perfeição ao Internet Explorer e ao Mozilla Firefox http://www.freedownloadmanager.org/
CDBurnerXP
Não é sofware livre, mas é gratuito e funciona muito bem como uma alternativa ao Nero. Grava CDs e DVDs de áudio, dados e vídeo. Converte CDs de música em MP3, mas também transforma o áudio digital em discos cdburnerxp.se
Mais programas
O SourceForge (usina do código, em inglês) é um excelente ponto de partida para encontrar software livre para as mais diversas demandas. Alguns projetos ainda estão em fase embrionária, mas qualquer pode participar do desenvolvimento oferecendo ajuda, avaliando ou enviando sugestões. O espírito de colaboração é o combustível do movimento software livre!
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
O pesadelo do traffic shaping
Sou usuário do Velox -- a internet ADSL da Telemar -- há bastante tempo. O serviço poderia ser muito melhor, mas, na maior parte do tempo, funciona razoavelmente bem. Há seis meses, a taxa de transmissão de dados da minha conexão quando navego em páginas da web ou baixo arquivos via http aumentou assustadoramente. Foi uma surpresa agradável para quem ainda tem um contrato dos mais antigos (256 Kbps).
Por outro lado, estou profundamente irritado com a Telemar, que passou a estrangular minha conexão sempre que tento baixar arquivos por meio de redes p2p (ponto-a-ponto) que utilizam o protocolo bittorrent. A empresa não fala sobre isso abertamente, mas certamente está utilizando um recurso conhecido como traffic shaping.
Sob o pretexto de "otimizar" o tráfego de dados, muitos provedores de acesso passaram um filtro que funciona como uma espécie de freio para assinantes heavy users, que compartilham grandes volumes de dados em redes p2p. Quando se tenta começar um download, a velocidade despenca vertiginosamente, mesmo se o arquivo escolhido estiver sendo disponibilizado por uma legião simultânea de usuários nos quatro cantos do mundo -- os seeders (semeadores, em inglês).
No início do ano, a Comcast -- um dos maiores provedores internet dos Estados Unidos -- foi obrigada a desativar o traffic shaping. A Comissão Federal de Comunicação (FCC) -- órgão equivalente à nossa Anatel -- entendeu que os usuários têm o direito de usar sua conexão da forma que quiserem. A Comcast prometeu recorrer da decisão e pode acabar sendo multada.
Teles brasileiras na lista suja
Um relatório divulgado no início do ano pela Vuze colocou as operadoras brasileiras Oi (Telemar), Brasil Telecom, Net e Telefônica no ranking mundial com 108 provedores suspeitos de traffic shaping. O caso mais grave é o do Brasil Telecom, que apareceu na 9a. posição. O estudo foi feito com base em dados coletados a partir de um plugin gratuito. Negócios como o da Vuze, que atua no segmento de vídeo digital sob demanda (streaming), acabam sendo prejudicados pelo traffic shaping. Para consultar o relátório (.PDF), clique aqui.
O contrato do Velox não menciona nada parecido com traffic shapping. Entre as empresas brasileiras citadas pelo realatório da Vuze, a Net é a única que assume publicamente a prática de estrangular o acesso a redes p2p. Outras operadoras se esquivam do problema, alegando que a velocidade dos downloads via bittorrent não está relacionada com a oferta de banda ao usuário, mas com a qualidade das redes p2p e a oferta de seeders ativos.
Programas que funcionam como clientes de redes p2p como o BitComet, Azureus e uTorrent possuem um recurso de embaralhamento de dados (criptografia) para driblar o traffic shaping. Mas a evolução do arsenal tecnológico dos provedores de acesso acabou tornando este recurso inócuo. Os serviços online que checam a conexão para dizer se o provedor está regulando ou não acesso a redes p2p também já não são mais confiáveis.
Solução
Reclame, proteste. O Youtube está lotado de vídeos de usuários brasileiros de banda larga mostrando flagrantes de traffic shaping. Se o contrato com o seu provedor não prevê este tipo de prática, vale a pena registrar um queixa no site da Anatel. Se o problema persistir, procure um órgão de defesa dos direitos do consumidor.
Uma solução temporária -- e paga -- é usar um recurso conhecido como VPN (Virtual Private Network ou Rede Virtual Privada) para dar driblar a canalhice do provedor de acesso. Mas isso não é tarefa das mais fáceis usuários menos experientes -- e não vale a pena.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Identificando a qualidade de CDs e DVDs (continuação)
Marcas de CDs e DVDs virgens existem aos montes, mas todas elas são fabricadas por um número limitado de empresas. Na prática, a mesma fábrica acaba fornecendo o mesmo material para grifes como HP, 3M, TDK, Maxwell, etc. Portanto, não é correto supor um determinado padrão de qualidade apenas pela informação do rótulo.
A "x" da questão é descobrir onde o disco foi fabricado. Algumas marcas como Sony, por exemplo, trabalham com mais de um fornecedor. Em alguns casos, o material que segue para o consumidor americano ou europeu tem mais qualidade do que aquilo que chega a mercados "emergentes" como a América do Sul.
Quando só havia o CD eu tinha o hábito de só comprar Kodak por uma questão de simpatia pela marca. Com o passar do tempo, descobri que as mídias Kodak distribuídas no Brasil eram de qualidade inferior ao material fabricado na Irlanda e que a empresa distribuia nos EUA e na Europa. Os CDs que eu comprava eram produzidos por um forncedor mexicano de quinta categoria...
O mais completo programa para checar a informação conhecida como pre-groove – uma espécie de assinatura do fabricante – é o DVDInfoPro (www.dvdinfopro.com). Infelizmente, ele não é gratuito, mas qualquer pessoa pode testá-lo gratuitamente por 15 dias. Coisa facílima de usar! É só clicar que tudo aparece na tela.

Mas existem alternativas gratuitas. A melhor delas é o excelente DVD Identifier (dvd.identifier.cdfreaks.com), desenolvido pelo pessoal do CDFreaks (www.cdfreaks.com). É tão fácil de usar quanto o DVDInfoPro. Com um clique no botão "identify", o nome do fabricante surge em segundos. Os resultados aparecem como "Manufacturer name" e "Manucaturer ID". É com base neste resultado que vamos verificar a qualidade do disco.

Uma lista com os melhores fabricantes de DVDs é mantida pelo DigitalFAQ (www.digitalfaq.com). Os seguintes códigos (Manufacturer ID) identificam material como sendo de primeira linha:
Mitsubishi Chemicals ou Verbatim, fabricado em Taiwan, Cingapura ou Índia
MCC00RG20, MCC01RG20, MCC02RG20, MCC03RG20, MCC002, MCC003, MCC004, MCC00RW, MCC01RW, MCCA01, MKMA02, MKM001, MKM003
Taiyo Yuden (made in Japan)
TYG01, TYG02, TYG03, YUDEN000T02, YUDEN000T03
Hitachi Maxell (made in Japan)
MXLRG01, MXLRG02, MXLRG03, MXLRG04, MAXELL001, MAXELL002, MAXELL003
Sony (made in Japan, fabricados pela Daxon)
SONY04D1, SONY08D1, SONY16D1, SONYD21, SONYD11, SONYS11
TDK (made in Taiwan)
TDKG02, TTG01, TTG02, TTH01, TTH02, TDK501, TDK502, TDK001, TDK002, TDK003
O lado triste desta história é que você dificilmente encontrará discos deste tipo aqui no Brasil. Discos de melhor qualidade resistem mais ao tempo e geram gravações mais precisas. Opções de qualidade intermediária não são tão difíceis de achar. Exemplo disto são as mídias RITEKF1 (ex.: Memorex DVD-R 16x com face prateada e fundo roxo) e Philips (PHILIPSCD2, PHILIPS010, PHILIPS041, PHILIPSC08, PHILIPSC16, PHILIPSRW) fabricadas pela CMC Magnetics, de Taiwan.
No post anterior, vimos que é possível falsificar o ID de um CD ou DVD virgem. Portanto, antes de comprar grande quantidade, leve dois ou três para casa a título de teste. Mas não perca o tempo com marcas como Plasmon, Princo e Samsung.
A "x" da questão é descobrir onde o disco foi fabricado. Algumas marcas como Sony, por exemplo, trabalham com mais de um fornecedor. Em alguns casos, o material que segue para o consumidor americano ou europeu tem mais qualidade do que aquilo que chega a mercados "emergentes" como a América do Sul.
Quando só havia o CD eu tinha o hábito de só comprar Kodak por uma questão de simpatia pela marca. Com o passar do tempo, descobri que as mídias Kodak distribuídas no Brasil eram de qualidade inferior ao material fabricado na Irlanda e que a empresa distribuia nos EUA e na Europa. Os CDs que eu comprava eram produzidos por um forncedor mexicano de quinta categoria...
O mais completo programa para checar a informação conhecida como pre-groove – uma espécie de assinatura do fabricante – é o DVDInfoPro (www.dvdinfopro.com). Infelizmente, ele não é gratuito, mas qualquer pessoa pode testá-lo gratuitamente por 15 dias. Coisa facílima de usar! É só clicar que tudo aparece na tela.

Mas existem alternativas gratuitas. A melhor delas é o excelente DVD Identifier (dvd.identifier.cdfreaks.com), desenolvido pelo pessoal do CDFreaks (www.cdfreaks.com). É tão fácil de usar quanto o DVDInfoPro. Com um clique no botão "identify", o nome do fabricante surge em segundos. Os resultados aparecem como "Manufacturer name" e "Manucaturer ID". É com base neste resultado que vamos verificar a qualidade do disco.

Uma lista com os melhores fabricantes de DVDs é mantida pelo DigitalFAQ (www.digitalfaq.com). Os seguintes códigos (Manufacturer ID) identificam material como sendo de primeira linha:
Mitsubishi Chemicals ou Verbatim, fabricado em Taiwan, Cingapura ou Índia
MCC00RG20, MCC01RG20, MCC02RG20, MCC03RG20, MCC002, MCC003, MCC004, MCC00RW, MCC01RW, MCCA01, MKMA02, MKM001, MKM003
Taiyo Yuden (made in Japan)
TYG01, TYG02, TYG03, YUDEN000T02, YUDEN000T03
Hitachi Maxell (made in Japan)
MXLRG01, MXLRG02, MXLRG03, MXLRG04, MAXELL001, MAXELL002, MAXELL003
Sony (made in Japan, fabricados pela Daxon)
SONY04D1, SONY08D1, SONY16D1, SONYD21, SONYD11, SONYS11
TDK (made in Taiwan)
TDKG02, TTG01, TTG02, TTH01, TTH02, TDK501, TDK502, TDK001, TDK002, TDK003
O lado triste desta história é que você dificilmente encontrará discos deste tipo aqui no Brasil. Discos de melhor qualidade resistem mais ao tempo e geram gravações mais precisas. Opções de qualidade intermediária não são tão difíceis de achar. Exemplo disto são as mídias RITEKF1 (ex.: Memorex DVD-R 16x com face prateada e fundo roxo) e Philips (PHILIPSCD2, PHILIPS010, PHILIPS041, PHILIPSC08, PHILIPSC16, PHILIPSRW) fabricadas pela CMC Magnetics, de Taiwan.
No post anterior, vimos que é possível falsificar o ID de um CD ou DVD virgem. Portanto, antes de comprar grande quantidade, leve dois ou três para casa a título de teste. Mas não perca o tempo com marcas como Plasmon, Princo e Samsung.
Marcadores:
PHILIPS010,
PHILIPS041,
PHILIPSC08,
PHILIPSC16,
PHILIPSCD2,
PHILIPSRW
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Gravando um CD de boot para o Drive XML
Conforme antecipei no post anterior, o Drive XML é um excelente programa para fazer discos de restauração. Mas ele não gera um disco de inicialização – função que existe em programas pagos como o Acronis Image Server.
Mas dá para resolver a parada com recorrendo a outra solução muito bacana – o PE Builder, que gera um CD ou DVD "bootável" a partir dos arquivos de instalação do Windows XP (ainda não existe uma versão para o Vista).
Você vai precisar do CD de instalação do Windows XP (qualquer versão). O arquivo de instalação do PE Builder está disponível em www.nu2.nu/pebuilder. Daí em diante é só rodar a instalação.
O passo seguinte é botar a mão na massa. No site do Drive XML (www.runtime.org/peb.htm) há um tuotorial em vídeo (em inglês, claro). Boa sorte!
Mas dá para resolver a parada com recorrendo a outra solução muito bacana – o PE Builder, que gera um CD ou DVD "bootável" a partir dos arquivos de instalação do Windows XP (ainda não existe uma versão para o Vista).
Você vai precisar do CD de instalação do Windows XP (qualquer versão). O arquivo de instalação do PE Builder está disponível em www.nu2.nu/pebuilder. Daí em diante é só rodar a instalação.
O passo seguinte é botar a mão na massa. No site do Drive XML (www.runtime.org/peb.htm) há um tuotorial em vídeo (em inglês, claro). Boa sorte!
Identificando a qualidade de CDs e DVDs
Quando o assunto é mídia virgem, marca não é sinônimo de qualidade. Para aferir a qualidade de um CD ou DVD virgem, é preciso fazer um "raio-x" da peça.
Aprendi a fazer isso da pior forma possível. Há uns três anos, comprei um "pino" com 100 mídias do tipo DVD-R. Era o que a loja tinha de mais barato e eu estava louco para gravar um montão de filmes. Depos de "queimar" mais de 50 discos, notei que a reprodução era péssima. O vídeo travava e apresentava trechos "pixelados", ou seja, um montão de quadradinhos aparecendo o tempo inteiro.
Logo de cara, desconfiei da qualidade da mídia. Para checar a procedência do material, usei o programa DVD Info Pro (http://www.dvdinfopro.com), que resgata uma espécie de carimbo colocado pelo fabricante em qualquer CD ou DVD virgem. Esta informação é conhecida como pre-groove e serve para orientar o gravador de forma que todos os dados sejam escritos da forma mais precisa possível.
Para minha surpresa, os DVDs foram identificados como produtos Tayo Yuden (www.t-yuden.com), empresa pioneira na fabricação de discos óticos. CDs e DVDs virgens da Tayo Yuden são reconhecidamente de qualidade superior e custam muito mais caro do que mídias genéricas.
Resumo da ópera: algumas fábricas de Taiwan falsificam o pre-groove de fábricas famosas como a Tayo Yuden na tentativa de facilitar a aceitação de produtos de baixa qualidade no mercado internacional. É isso mesmo – pirataria de CD e DVD virgem.
Como evitar o problema
O primeiro passo é evitar CDs e DVDs virgens vendidos em sites de leilão como o Mercado Livre. Adoro sites deste tipo. Já comprei um montão de coisas no Mercado Livre, mas não compraria CDs e DVDs virgens. Evite também as lojas da Rua do Salete, em Salvador. Corra também das mídias da marca nacional Multilaser, que reconhecidamente importa DVDs virgens falsificados. No próximo post, você vai aprender a identificar o fabricante da mídia e quais são as fábricas que produzem material de melhor qualidade. Até lá!
Aprendi a fazer isso da pior forma possível. Há uns três anos, comprei um "pino" com 100 mídias do tipo DVD-R. Era o que a loja tinha de mais barato e eu estava louco para gravar um montão de filmes. Depos de "queimar" mais de 50 discos, notei que a reprodução era péssima. O vídeo travava e apresentava trechos "pixelados", ou seja, um montão de quadradinhos aparecendo o tempo inteiro.
Logo de cara, desconfiei da qualidade da mídia. Para checar a procedência do material, usei o programa DVD Info Pro (http://www.dvdinfopro.com), que resgata uma espécie de carimbo colocado pelo fabricante em qualquer CD ou DVD virgem. Esta informação é conhecida como pre-groove e serve para orientar o gravador de forma que todos os dados sejam escritos da forma mais precisa possível.
Para minha surpresa, os DVDs foram identificados como produtos Tayo Yuden (www.t-yuden.com), empresa pioneira na fabricação de discos óticos. CDs e DVDs virgens da Tayo Yuden são reconhecidamente de qualidade superior e custam muito mais caro do que mídias genéricas.
Resumo da ópera: algumas fábricas de Taiwan falsificam o pre-groove de fábricas famosas como a Tayo Yuden na tentativa de facilitar a aceitação de produtos de baixa qualidade no mercado internacional. É isso mesmo – pirataria de CD e DVD virgem.
Como evitar o problema
O primeiro passo é evitar CDs e DVDs virgens vendidos em sites de leilão como o Mercado Livre. Adoro sites deste tipo. Já comprei um montão de coisas no Mercado Livre, mas não compraria CDs e DVDs virgens. Evite também as lojas da Rua do Salete, em Salvador. Corra também das mídias da marca nacional Multilaser, que reconhecidamente importa DVDs virgens falsificados. No próximo post, você vai aprender a identificar o fabricante da mídia e quais são as fábricas que produzem material de melhor qualidade. Até lá!
Leia antes de comprar um notebook
Computadores portáteis são cheios de limitações. A pior delas é a limitação de upgrade. Você pode acrescentar mais memória RAM no seu note. Pode até substituir o HD por outro com mais espaço para armazenar arquivos. Mas não dá pra trocar processador e placa-mãe por modelos mais novos e mais rápidos.
Portanto, pense duas vezes antes de comprar notebooks dos mais baratos, com valor inferior a R$ 1.900. Comece observando o processador. Chips como o Pentium D, também conhecido como "dual core", ainda são relativamente potentes para os padrões atuais. No entanto, são processadores de uma família antiga, já ultrapassada pelo Core2Duo, ambos da Intel.
Lembre-se de que o Windows XP, que não pesa num note com processador Pentium D e pelo menos 1 Gb de memória RAM, será aposentado pela Microsoft em 2011. Na prática, se você escolher um portátil com processador Core2Duo, estará comprando uma máquina com sobrevida maior. Usar um sistema operacional aposentado significa estar sujeito a virus, invasões, etc.
Memória RAM – Nunca é demais. 2 Gb é o mínimo para rodar sucessor do XP, o Vista, que é muito mais seguro que a versão anterior do Windows. Se a grana anda curta, não se preocupe. Fazer upgrade de memória é moleza! Evite notes que trazem memórias com barramento do tipo 533 Mhz. Os pentes DDR2 667 são o padrão atual. Notes high-end já trazem memórias DDR2 800. Números mais altos significam mais velocidade para sua máquina.
Disco rígido (HD) – O Windows Vista tem um apetite imenso por espaço em disco. Descarte notes com HD de capacidade inferior a 120 Gb. Caso contrário, em pouco tempo você terá que comprar um HD externo para ter espaço extra para seus arquivos pessoais, fotos, músicas e vídeos. Discos rígidos com interface Sata (Serial ATA) são padrão, mas é preciso checar a velocidade do disco, indicada em RPM (rotações por minuto). Os HDs mais difundidos são de 5400 RPM, mas já existem notes com discos de 7200 RPM.
Gravador de DVD – Não é luxo, é necessidade. Alguns modelos mais simples fabricados pela Dell, por exemplo, trazem drives do tipo "combo", ou seja, um gravador de CD que lê DVD, mas não grava. Mas é importante verificar a velocidade do gravador de DVD. Ele precisar ser capaz de gravar mídias DVD-R ou DVD+R na velocidade 8x, no mínimo. Alguns notes da brasileira AmazonPC saem de fábrica com gravadores 2x, ou seja, você vai gastar quase uma hora para "queimar" um DVD.
Tamanho da tela – Se você precisa de mobilidade, esqueça os notes com tela de 17 polegadas. Modelos deste tipo costumam pesar mais de três quilos. Acrescente a isso o peso de uma maleta ou mochila, mais acessórios como fonte de alimentação e outros penduricalhos. Você vai acabar sendo obrigado a carregar quase cinco quilos! Note com telas entre 14 e 15 polegadas pesam menos de três quilos. Mas se você quer um portátil para deixar em casa, uma tela mais ampla certamente trará maior conforto visual.
Nacional ou importado – Sim, existem fábricas de notebooks no Brasil. Por outro lado, algumas marcas vendem portáteis encomendados a fábricas de Taiwan. É o caso da CCE e da Intelbrás. Este modelo de negócio é conhecido como ODM (Original Design Manufacturer). Já fabricantes como AmazonPC e Login
importam componentes, mas o processo de montagem é feito no Brasil, com incentivos fiscais. Por outro lado, existem uma infinidade de lojas que fazem importação direta. É o caso da Netgate. Neste caso, o importador fica encarregado de fornecer a garantia. Resumo da ópera: dê preferência aos notes fabricados no Brasil, pois em caso de defeito, será muito mais fácil resolver o problema junto à assistência técnica.
Tamanho da tela – Se você precisa de mobilidade, esqueça os notes com tela de 17 polegadas. Modelos deste tipo costumam pesar mais de três quilos. Acrescente a isso o peso de uma maleta ou mochila, mais acessórios como fonte de alimentação e outros penduricalhos. Você vai acabar sendo obrigado a carregar quase cinco quilos! Note com telas entre 14 e 15 polegadas pesam menos de três quilos. Mas se você quer um portátil para deixar em casa, uma tela mais ampla certamente trará maior conforto visual.
Nacional ou importado – Sim, existem fábricas de notebooks no Brasil. Por outro lado, algumas marcas vendem portáteis encomendados a fábricas de Taiwan. É o caso da CCE e da Intelbrás. Este modelo de negócio é conhecido como ODM (Original Design Manufacturer). Já fabricantes como AmazonPC e Login
importam componentes, mas o processo de montagem é feito no Brasil, com incentivos fiscais. Por outro lado, existem uma infinidade de lojas que fazem importação direta. É o caso da Netgate. Neste caso, o importador fica encarregado de fornecer a garantia. Resumo da ópera: dê preferência aos notes fabricados no Brasil, pois em caso de defeito, será muito mais fácil resolver o problema junto à assistência técnica.
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